Biblioteca de fornecedores
Fornecedores já avaliados que você adota em vez de avaliar do zero — e o que a adoção realmente traz.
O problema que ela resolve
Grandes provedores de nuvem e plataformas globais não respondem questionário de cliente. Avaliar um deles do zero significa montar um dossiê a partir de documentação pública — trabalho que toda organização faz separadamente e chega a conclusões parecidas.
A biblioteca é esse trabalho feito uma vez. Você encontra o fornecedor, adota, e ele entra na sua carteira já com avaliação.
Dois tipos de entrada
Há entradas construídas a partir de evidência pública coletada e curada — o caso dos hiperescaladores, que correspondem ao perfil P0. E há entradas de avaliação compartilhada, quando um fornecedor respondeu e concordou em disponibilizar o resultado.
A origem fica visível na entrada, e ela importa: uma avaliação respondida pelo próprio fornecedor e um dossiê montado de fora não têm o mesmo peso probatório, mesmo quando chegam à mesma conclusão.
Adotar cria um fornecedor seu
A adoção não cria um atalho ou um vínculo: ela cria um fornecedor na sua organização, com a avaliação já preenchida. A partir daí ele é seu — entra nos seus riscos, nos seus relatórios e nas suas leituras por área como qualquer outro.
Isso significa também que você pode complementar. A entrada da biblioteca é ponto de partida, não veredito: se o seu contrato com aquele fornecedor tem particularidades, elas entram na sua cópia.
Tradução
O conteúdo adotado é traduzido para o idioma da sua organização quando necessário. A adoção fica marcada como incompleta enquanto esse processo não termina, em vez de aparecer pronta com metade do conteúdo em outro idioma.