Mapa de dados
O diagrama de fluxo de dados, o import por arquivo e o que parece defeito na tela sem ser.
Para que serve
O mapa de dados mostra por onde o dado pessoal circula na sua organização: de onde ele vem, onde é armazenado, quem o recebe e quando ele atravessa a fronteira da organização. É a leitura visual do que as atividades de tratamento declaram.
Import por arquivo
É possível trazer o inventário de uma planilha. O mapeamento de colunas é sugerido automaticamente a partir de sinônimos de cabeçalho em português, inglês e espanhol, mas ele é uma lista de nomes conhecidos, não um modelo que adivinha: um cabeçalho muito fora do comum cai como ignorar.
Por isso o import tem uma etapa de conferência antes de qualquer gravação — você vê a sugestão de mapeamento e uma simulação do resultado antes de confirmar.
O que parece defeito e não é
Seta tracejada no diagrama significa direção inferida: a atividade não declarou qual operação de tratamento ocorre ali, então a direção veio do caminho. É uma lacuna assumida na tela, não um erro de desenho — e some quando a operação é declarada.
Depósito de dados desenhado dentro da fronteira mesmo pertencendo a um fornecedor significa que o dono do armazenamento não foi declarado. Sem essa declaração o mapa não inventa uma travessia de fronteira — ele prefere não afirmar. Declare o dono no bloco de armazenamento e o desenho muda.
Cobertura em zero por cento com um diagrama visivelmente cheio não é contradição: os fluxos são reais, o que falta é a declaração de origem e de armazenamento que a cobertura mede. A tela explica isso num aviso próprio em vez de deixar o número sozinho.
E a primeira abertura depois de uma atualização pode demorar: o mapa recalcula os dados derivados uma vez por organização quando o algoritmo muda.