Vulnerabilidade organizacional
A autoavaliação da própria organização — o mesmo questionário dos fornecedores, apontado para dentro.
Avaliar a si mesma
A vulnerabilidade organizacional é a sua organização respondendo o mesmo questionário que ela envia aos fornecedores. O resultado é a sua maturidade própria em cyber, privacidade e continuidade — e é ele que entra como o componente de vulnerabilidade no cálculo de risco de cada ativo.
Sem essa autoavaliação, a matriz de risco cyber não fecha: vulnerabilidade é uma das entradas obrigatórias da fórmula. É por isso que ela costuma ser uma das primeiras coisas a fazer, mesmo que a carteira de fornecedores ainda esteja vazia.
Por que é uma tela separada
A autoavaliação vive fora da lista de avaliações de fornecedor, e não por organização visual. Ela não tem fornecedor, não tem respondente externo e não usa o fluxo de convite por link — quem responde já está autenticado na plataforma. Misturar as duas na mesma lista obrigaria cada coluna a significar duas coisas.
O que ela alimenta
Além da matriz cyber, a autoavaliação é a base do preenchimento automático do CAIQ e da leitura de aderência por exigência normativa. Responder uma vez serve a três telas — o que também significa que uma autoavaliação desatualizada envelhece as três juntas.