Controles de continuidade
Os 50 controles do pilar de continuidade e como eles se relacionam com estratégias e planos.
O pilar de continuidade
São 50 controles, a fatia de continuidade da biblioteca compartilhada, mapeados sobre a ISO 22301. Cobrem análise de impacto no negócio, objetivos de tempo e ponto de recuperação, planos de continuidade operacional, testes e exercícios de simulação, e o próprio sistema de gestão de continuidade.
A distribuição por perfil de fornecedor é 28 no P1, 42 acumulados no P2 e os 50 no P3 — continuidade, como privacidade, começa cedo, porque a indisponibilidade de um fornecedor pequeno pode interromper um processo grande.
Duas leituras diferentes
Vale distinguir onde cada coisa aparece. A maturidade destes controles na autoavaliação da sua organização diz o quanto o seu programa de continuidade está estruturado. A mesma família de controles respondida por um fornecedor diz o quanto o programa dele está — e é isso que alimenta a categoria de risco de indisponibilidade de serviço.
Relação com estratégias
Um controle de continuidade não substitui uma estratégia de recuperação, e vice-versa. O controle afirma que existe uma prática — que há plano documentado, que há exercício periódico. A estratégia é a resposta concreta a um cenário específico. Um programa maduro nos controles com processos descobertos na cobertura é uma combinação possível e vale prestar atenção nela.