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Papéis e permissões

Papéis autorais, por que a permissão é perguntada ao banco e o que uma revogação garante de fato.

Atualizado em 18 de agosto de 2026

Papéis são seus

A plataforma traz papéis padrão, mas a sua organização pode criar os próprios, combinando as permissões que fizerem sentido para a sua estrutura. Um papel que só lê privacidade, um que administra fornecedores sem tocar em cobrança, um que revisa documentos e nada mais.

A pergunta é o que você pode, não como você se chama

Internamente, a plataforma nunca decide comparando o nome do papel. Ela pergunta se aquele usuário tem aquela permissão, e a resposta vem do banco de dados.

A diferença não é sutil. Comparar nome funcionava enquanto todas as organizações tinham os mesmos três papéis, e para de funcionar no instante em que um cliente cria o próprio. Um papel que detém a permissão de administrar a organização é um administrador em todo sentido que importa — e uma comparação por nome o recusaria por não estar escrito "admin".

Duas camadas, não uma

A verificação na aplicação e a política de isolamento no banco consultam a mesma fonte, de propósito: assim uma tela e uma consulta não podem discordar sobre o mesmo usuário.

São camadas com funções distintas. A do banco é a que garante o isolamento — grossa e inescapável. A da aplicação é a que dá expressividade, permitindo permissões finas por ação. A primeira é a segurança; a segunda é a precisão.

Efeito de uma mudança

Alterar o papel de alguém vale na ação seguinte, porque a permissão é consultada no momento do uso e não guardada na sessão. Não é preciso pedir que a pessoa saia e entre de novo.