Visão geral da Continuidade
Continuidade sob a ISO 22301, e a regra que evita que o plano vire um documento paralelo.
O que este domínio resolve
Continuidade responde uma pergunta específica: quando a operação for interrompida, o que a organização faz. A referência é a ISO 22301, e o material se apoia no BIA — é ele que diz quanto custa cada hora parada e qual o tempo máximo tolerável de interrupção de cada objeto.
O plano é lido, não escrito
Esta é a regra central e ela muda como o trabalho funciona. No plano de continuidade da Aranis, apenas os papéis e os textos livres são digitados por uma pessoa. Escopo, requisitos de recuperação, gargalos, dependências, estratégias e sequência de restauração são todos buscados do que já existe na plataforma.
A consequência é deliberada: para mudar um número no plano, você muda a coisa que o número descreve. É o que impede o PCN de virar um documento paralelo que estava correto em março e ninguém percebeu que envelheceu.
A cadeia que sustenta tudo
Continuidade não funciona sozinha. Ela lê o BIA, que é ancorado em produtos e serviços, que são sustentados por processos de negócio, que dependem de ativos e fornecedores. Se essa cadeia não estiver mapeada, o plano não tem de onde puxar os números — e é por isso que o Risco Organizacional costuma vir antes.
O que compõe o domínio
Cenários de interrupção descrevem as formas pelas quais o negócio pode parar. Estratégias de recuperação são as respostas a esses cenários. O plano reúne tudo num documento gerado. A cobertura mostra onde falta resposta ou onde a resposta existe mas não foi ensaiada. E o plano de ação recebe o que estiver em falta como trabalho rastreado.